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Lingopass

O Lingopass é uma GovTech/EdTech brasileira fundada em 2021 por mulheres com trajetória em educação, políticas públicas e tecnologia. Nasceu da constatação de um problema estrutural observado ao longo de duas décadas: a baixa eficácia dos programas tradicionais de idiomas para gerar impacto real, reduzir desigualdades, apoiar a internacionalização do serviço público e produzir métricas confiáveis para decisões de gestão e formulação de políticas públicas.

Sua fundadora, Alexandrine Brami — educadora, gestora pública e ex-aluna da ENS Paris-Saclay — vive no Brasil desde 2002 e atuou em universidades, programas governamentais e escolas de idiomas. Identificou três desafios recorrentes no país: evasão extrema; desconexão entre capacitação ofertada e competências exigidas pelo trabalho público; e ausência de indicadores robustos de proficiência, engajamento e risco de comunicação institucional.

O Lingopass nasce para resolver esse problema. A plataforma multilíngue combina IA Generativa (LLMs), PLN, RAG e aprendizagem adaptativa para criar trilhas altamente personalizadas por órgão, perfil, função, nível CEFR ou desafio institucional. Inclui diagnósticos avançados, simulações práticas, microlearning, acessibilidade nativa e modo off-line para áreas remotas ou ambientes críticos. Substitui cursos genéricos por capacitação de alta precisão, orientada a resultados e alinhada a políticas públicas.

Para gestores públicos, o Lingopass disponibiliza dashboards e relatórios de proficiência, engajamento, riscos, trilhas por unidade e ROI do programa, aderentes ao PNDP, às diretrizes do MGI, às ações de internacionalização, fiscalização, inovação, atendimento ao cidadão e transformação digital do Estado.

Opera como SaaS B2B/B2G com total aderência à LGPD, governança técnica, auditoria independente e arquitetura preparada para ambientes regulados (SSO, RBAC, logs, MLOps, API, trilhas privadas). Hoje encontra-se em estágio de scale-up, com faturamento crescente, renovação de contratos e operação ativa em órgãos federais. Atende seis ministérios no âmbito do MGI/ColaboraGov, além da Academia Nacional de Polícia, Exército Brasileiro, Dataprev, autarquias como a Sudam, universidades públicas como o Centro Paula Souza (CEETEPS), via licitação, inexigibilidade, acordos, pilotos e POCs GovTech. No setor privado, mantém contratos renovados e expandidos com multinacionais como Embraer, Thales, Nestlé, Basf, Coca-Cola e Atento.

O Lingopass também é uma startup de impacto social, operando o modelo 4×1: a cada quatro licenças contratadas, uma bolsa é destinada a jovens vulneráveis, refugiados, egressos do sistema carcerário, professores e estudantes do Senai Nacional e da Rede Federal (MEC/SETEC) e mulheres em transição de carreira — contribuindo diretamente para os ODS 4, 5, 8 e 10.

Seu time executivo reúne C-levels com experiência em IA, engenharia, produto, dados, educação, compliance e operações: CEO (estratégia e inovação), CTO (engenharia e multiagentes), CPO (produto e experiência do usuário), CFO (finanças e governança), CRO (expansão B2B/B2G) e COO/DHO (operações e pessoas). Essa estrutura sustenta a evolução do Lingopass como um ecossistema de Workforce Learning & Enablement, com IA proprietária, alta capacidade de escala e impacto ESG em larga escala.

Com mais de 50 mil pessoas impactadas diretamente, centenas de milhares avaliadas e presença crescente no setor público brasileiro, o Lingopass consolidou-se como GovTech madura, com tecnologia validada, execução comprovada e forte aderência às agendas de modernização: eficiência administrativa, interoperabilidade, segurança, desenvolvimento de pessoas, internacionalização, redução de desigualdades e impacto social. Atua como ponte entre educação, tecnologia e políticas públicas — oferecendo ao Estado uma plataforma segura, escalável e orientada a resultados, capaz de transformar capacitação multilíngue em produtividade, inclusão, inovação e desenvolvimento nacional.

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